5º LUGAR: ULI KUSCH

Por quê 5º lugar?

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Bom, basicamente porque ouvi outras bateristas/bandas favoritas antes! (risos) Por algum tempo na minha vida (especialmente na adolescência) eu tentei mesurar o tamanho do meu amor por determinada banda; chegava a dar mais destaque na prateleira de CD's só por conta disso (ah, e escondia também CD's que gostava mas que tinha vergonha de assumir!!!)

Portanto, essa "lista top 5" não tem nenhum sentido se não este: mostrar pra vocês os bateristas que mais 'imprimiram' sua marca no meu modo de tocar - ou pensar - enquanto estou na bateria tocando ou compondo.

Não conhece? Não deixe de ouvir

Aproveitando que você veio até aqui saber mais sobre o  Uli Kusch, deixe-me listar músicas da carreira dele (vou me ater ao Helloween, que conheci mais profundamente) que mais me impressionaram. E novamente, vai ser difícil numerar a mais legal, considere aqui todas especiais pra mim. A lista abaixo está do disco mais atual do Helloween com Uli na bateria, até o mais antigo.

All Over The Nations (The Dark Ride), 2000

Este disco é o último com Uli nas baquetas; aqui já se nota que a banda estava caminhando pra um lado mais power-metal quadrado, diferente dos outros discos, onde você percebe uma bateria mais orgânica; mesmo assim, escute que legal a parte final, onde pratos deslocados fazem a música parecer uma valsa do inferno!

 

 

Push (Better Than Raw), 1998

Com uma levada em tercinas do começo ao fim, o trecho em destaque seria a entrada do solo, com uma levada maluca de caixa em que o bumbo está num tempo que desafio você a contar!

 

 

Revelation (Better Than Raw), 1998

De longe, minha música favorita do Helloween e claro, do Uli Kusch dentro da carreira da banda. Vide levada de bumbos casados com as guitarras, e a caixa que vai mudando de uma sessão pra outra, mantendo o pedal inalterado.

 

 

We Burn (Time Of The Oath), 1996

A primeira música que ouvi do Helloween (na verdade, devo ter ouvido Power primeiro, na MTV, sem querer). Muito intensa, cheia de triplets nervosos de virada e um pedal duplo incessante

 

 

Mission Motherland (Time Of The Oath), 1996

Uma música gigantesca, cheia de partes insanas, mas aqui o ponto alto para destacar as habilidades do Uli Kusch fica por conta do trecho "funkeado", que muitos bateristas de metal jamais tocariam de forma tão natural!

 

 

Power (Time Of The Oath), 1996

Uma das mais pop's da carreira da banda, o que pra uma banda de metal, pode parecer um ponto negativo; mas com convenções muito bem construídas na bateria.

 

 

 

Sole Survivor (Master Of The Rings), 1994

No disco de estreia de Uli Kusch, não faltaram viradas insanas de abertura, mas a mais marcante com certeza foi essa!

 

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